quarta-feira, 25 de maio de 2011

o coveiro metido a escritor

Se não bastasse um coveiro, ainda metido a escritor?! Só me faltava essa! É o fim do mundo mesmo. Mas quem me conhece sabe que a caneta entrou primeiro que a pá. As crônicas e a poesia sempre fizeram parte da minha vida. Para manifestar uma indignação ou para exprimir um sentimento contido. Para homenagear uma pessoa querida ou simplesmente para salientar uma notícia interessante. Tudo sempre foi motivo para escrever. Chorei muito escrevendo. Corei também. Sorri também. Engasguei também. Aliás, engasgar é o que acontece caso não plasme para o papel o que fica contido. A crônica sempre foi minha companheira fiel, mas não deixei de ter a poesia como amante e o twitter como paixão efêmera. No fim vale o que está escrito. Não importa o meio. Prometo nessa nova paixão (blog) relembrar coisas antigas e postar coisas novas. Espero que gostem. E se não gostarem lembrem-se dos sete palmos. Segue o cortejo.   
  

3 comentários:

  1. Muuuuuito bem!! Gostei de ver senhor coveiro escritor! Estou esperando o que vai vir por aqui!

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  2. muita comida, bebida, Helena e Otávio. Ah, cemitério tb, claro!

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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